quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Entrevista de Zac para a revista Capricho


Veja abaixo a entrevista exclusiva, disponibilizada pelo site ZacBrasil.com, que Zac Efron concedeu para a última edição da revista Capricho, que já está nas bancas!

Você deve estar tão cansado.
Me perdoe, realmente estou.
Vi que estava filmando cenas de basquete. Você joga bem?
Eu não diria que sou um bom jogador. Jogava quando era mais novo e vou confessar que não ajudava muito meu time. Minha história preferida é de quando joguei numa final, acho que na 6ª série. Já estávamos na prorrogação e o jogo valia o título! Perdi a bola no último segundo. Os adversários fizeram um ponto de bandeja e eu fiz o favor de perder o jogo para o meu time. Foi bem chato, por isso é tão divertido jogar em HSM, driblar. Está no roteiro que os Wildcats vão ganhar. Já sei que vou mandar bem dessa vez (risos).
O que você faria se não fosse ator?
Eu nunca soube direito o que ia fazer da vida. Vou continuar atuando por um tempo, espero que por um bom tempo. Não sei o que estaria fazendo se não estivesse aqui. Provavelmente estaria surfando em algum lugar. (risos)
E como foi o teste para o primeiro HSM?
Foi o teste mais estranho da minha vida. Durou umas oito horas. Lembro que fomos a dois lugares diferentes e, o tempo todo, ensaiamos as cenas em pares. Eles juntavam a gente para testar nossa química.
E Vanessa, estava lá né?
Sim ela estava, nós fomos os primeiros a formar um par e fomos os últimos a sair, o que era um bom sinal. Nós éramos colocados juntos quase sempre. A gente se deu bem desde o começo.
Vocês se incomodam com o assédio?
A idéia de que todo mundo se importa com a nossa vida me intriga. Temos uma vida bem normal. Quando não estou filmando, o que deve ser a coisa mais incrível que eu faço, estou fazendo o que todo mundo faz. Não me preparei para enfrentar o assédio. Estou tipo me acostumando ainda. Vem com a carreira que escolhi.
Você lê o que falam da sua vida?
Eu não leio. Ouço o que contam para mim, mas eu tento não pensar nisso mais. É tanta fofoca. Uma vez tinham falado que eu tinha morrido. Fiquei chocado. Liguei para minha mãe para dar a notícia e ela ficou bem chateada.
Você curte moda. Gosta de comprar?
Acho que sim. Sou um cara tipo jeans e camiseta. E uso chinelo todos os dias. Gosto de coisas simples, por isso curto lojas como Urban Outfitters.
Você ficou bem sexy de barriguinha de fora na Rolling Stone.
(Envergonhado). Aquela é só uma das fotos que tiramos. Não acreditei quando vi aquela na capa.
Mas você virou o cara mais popular do mundo depois daquela dela.

Não me acostumei com essa história. É meio engraçado. Espero que ninguém fique decepcionado quando me encontrar de verdade. (risos). Sou apenas um cara comum. É o que eu digo sempre.
Tem gente que te acha perfeito. É o que você quer ser?
Imagina, sou uma pessoa tão imperfeita. Sou como qualquer outro garoto. Estudei em escola pública e comecei a atuar na 8ª série. Meu estilo de vida é bem classe média. Eu praticava esportes, tinha boas notas na escola, mas nada extraordinário. Algumas portas se abriram para mim e eu aproveitei a chance. Foi o que aconteceu comigo.
Então foi só sorte?
Acho que grande parte foi estar no lugar certo, na hora certa. E causar boa impressão ao tratar muito bem quem trabalha comigo (risos).
Quando você percebeu que HSM seria um sucesso?
Quando vários amigos meus me chamaram para olhar o iTunes e HSM estava no Top 5 nos álbuns mais vendidos. Achei que era piada. O filme nem tinha estreado ainda. Isso era uma semana antes, Naquela hora achei que HSM poderia ser algo muito especial.
Qual foi sua maior dificuldade em todos os filmes de HSM?
Definitivamente, eu não sou dançarino. Não mesmo. Sou sempre o último a pegar a coreografia. Sério. Acho que é algum problema de ritmo. Sempre tenho que fazer mais de uma vez. (risos) Meu número com o Corbin é incrível mas foi a coreografia mais difícil que eu já fiz na minha vida.
É por isso que você não vai à baladas?
(risos) Acho que não gosto muito mesmo. Fico longe do agito. Eu gosto muito do meu estilo tranqüilo. É melhor sair com meus amigos e minha família.
Como você descreveria sua namorada?
É incrível trabalhar com ela. Vanessa é bonita, talentosa e divertida. E nós nos sentimos bem um com o outro.
Ela diz que você é perfeccionista. É verdade?
Sempre dou 1005 num trabalho. No fim do dia gosto de sair sentindo que eu dei o melhor em cada cena que fiz. Se conseguir isso estou feliz. Não tenho preguiça! Acho que ela está certa. (risos)
E a Vanessa também é?
Ela é ótima, é muito natural diante das câmeras. Vanessa nunca erra, principalmente na hora das músicas. Eu me surpreendo com a facilidade que ela tem pra cantar qualquer nota. Pego umas dicas com ela.
Com tanta coisa acontecendo, você fica confuso com o seu futuro?
Ah, sim, todo dia! Tem tanta decisão nova para tomar, sem dúvida eu estou muito confuso! (risos)
Você se vê como um John Travolta, tipo um rei dos musicais?

Adoraria ter uma carreira como o Travolta. Seria um sonho. Ele é bem legal e muito gentil. Foi ótimo trabalhar com ele em Hairspray
Seu próximo filme Me And Orson Welles está pronto. Foi legal fazer?
Foi ótimo. Uma chance de mudar de ares. Aprendi muito com quem trabalhei. Foi um projeto especial para mim.
É verdade que você estará no remake de Footlose?
Sei que estão trabalhando no roteiro. Eu adoraria trabalhar num projeto como esse. Amo o personagem.
Você tem algum objetivo para o futuro?
Quando comecei a atuar não tinha metas. Era mais um hobby. Eu não tenho planos. Estou indo na direção em que o vento me leva.”

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